Quando o amor à profissão faz a diferença para o sucesso.
É inegável que quando alguém é apaixonado pelo que faz, torna-se quase insuperável, pois procurará sempre fazer o melhor e superará qualquer barreira.
E você já pensou em conseguir estimular este sentimento nos seus funcionários que apenas trabalham mecanicamente no horário comercial? Imagine o incremento na produtividade devido ao aumento da felicidade e bem estar destas pessoas.
Atualmente dedicamos mais de um terço do nosso tempo ao trabalho, passamos mais na empresa do que dormindo ou com a família. Se não tivermos prazer ao trabalhar a vida vira um inferno. O trabalho não pode ser encarado somente como uma fonte de renda.
Na realidade o que ocorre é que muitos não acreditam na possibilidade de conciliar trabalho e prazer. A maioria das pessoas encara o trabalho como algo fatigante que devem se submeter para poder sobreviver e pagar as contas.
As pessoas que encaram o trabalho deste modo perdem a oportunidade de encontrar os seus talentos natos e desenvolvê-los. Têm medo de errar ou correr riscos e, por isso, perdem valiosas oportunidades de aprendizado e desenvolvimento.
O trabalho tem que proporcionar prazer e alegria, e não só o sustento, o dinheiro para a comida. O trabalho tem que significar além da perspectiva de crescimento o lazer e diversão.
Não existe mais espaço para o trabalho meramente mecânico. Este foi e está sendo substituído pelas máquinas. As pessoas que trabalham apenas de segunda à sexta-feira, no horário comercial, estão fadadas ao fracasso.
Por isso a necessidade da paixão e do prazer envolvidas, eles são a força matriz para o seu desenvolvimento.
Mas tudo isso é muito bonito na teoria, pois na prática são as próprias organizações que criam os maiores obstáculos na possibilidade de obter prazer no trabalho , quando impõem os seus valores, contratos psicológicos e práticas de gestão castradoras que se sustentam exclusivamente nos paradigmas da eficiência, produtividade e rentabilidade.
Observe ao seu redor que o número de pessoas verdadeiramente apaixonadas pela sua função é pequeno. A maioria das pessoas está distribuída pelos mais diversos graus de insatisfação que variam dos pseudo-apaixonados, grandes enganadores de si mesmos até os insatisfeitos completos que apenas comparecem de corpo no trabalho, pois a alma ficou em casa descansando.
Diante de tudo isso, é que vemos que o importante é resgatar as paixões no trabalho e para ser bem sucedido.